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A reflexão teológica de Plutarco sobre o mito osiriano como extensão da sua reflexão sobre a religião grega.
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O problema central da justificação da religião tradicional perante mitos e ritos aparentemente estranhos ou repugnantes.
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A tensão entre a exigência de manter a fé tradicional e a recusa em aceitar o que é incompatível com a natureza divina.
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A atitude inicial de Plutarco: nem crença total nem rejeição completa dos mitos.
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A concepção do mito como “recurso narrativo falso que se assemelha a um relato verídico”.
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O imperativo de “salvar o mito” pela busca da sua verdade subjacente.
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A fundamentação da busca da verdade no desejo de conhecimento divino.
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A definição do uso filosófico do mito: extrair o que é conveniente e verossímil.
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A afirmação de que o mito osiriano, ao contrário de fábulas inconsistentes, é um reflexo de uma história verdadeira.
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A função da razão em distinguir o verdadeiro do falso nos mitos e ritos.
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A necessidade do raciocínio filosófico como guia para a interpretação das doutrinas e dos ritos.
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A associação do conceito de filosofia ao de iniciação nos mistérios.
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A identificação do verdadeiro devoto de Ísis como aquele que, conhecendo os ritos, busca pela filosofia a verdade neles encerrada.