Eliphas Levi interpreta a fascinação amorosa como embriaguez produzida pela congestão da “luz astral”, identificada à Lux naturae de
Paracelso, ao âkâça hindu e ao aor da cabala, fundo hiperfísico da vida cuja ativação engendra imaginação mágica essencial à dinâmica entre os amantes.
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O encontro das atmosferas magnéticas gera embriaguez de luz astral.
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A luz astral corresponde ao fundo hiperfísico da vida.
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A congestão dessa luz constitui contrapartida objetiva da exaltação.
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Pode ser experimentada em estados não ordinários de consciência.
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A imaginação mágica atua mais decisivamente que o pensamento discursivo.
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Definições de Chamfort e expressões como “sonho de amor” indicam desvio exaltado da consciência.