O Herói Solar, ao sacrificar-se a si mesmo no começo, tendo sido um, faz-se a si mesmo – ou é feito ser – muitos, por amor daqueles em quem ele deve entrar se eles hão de encontrar a sua Via “da obscuridade à luz, da morte à imortalidade” (Brhadaranyaka
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“A menos que comais a carne do Filho do homem, e bebais o seu sangue, não tendes vida em vós” (João 6:53)
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Ele está engolido em nós, como um tesouro enterrado
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O Sacrifício “estende-se” nesta crucificação cósmica; enquanto nós pensamos e agimos nos termos dos pares de opostos, “nós crucificamo-lo diariamente”
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“Nós” somos agregados dos poderes funcionais que são os filhos (prajah) de Prajapati (Brahma, Atman, Prana, o Sol) e os nomes dos seus atos
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É o Si mesmo Universal que opera em cada um dos nossos muitos si mesmos, vendo, pensando, etc., nos quais ele está dividido; é este Si mesmo que se recolhe a si mesmo quando morremos
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A segunda fase do Sacrifício, e, desde a nossa posição presente na multiplicidade, a sua parte mais essencial, consiste em juntar (samdha) novamente o que tinha sido desmembrado, e em edificar (samskr) outro Si mesmo, um Si mesmo unitário, que será o nosso Si mesmo quando este si mesmo presente já não for
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Esta unificação e “entrada dentro do próprio de um” é a vez uma morte, um renascimento, uma assimilação e um matrimónio