O Canto «sem fim» — anantam — é como um colar «cujas pontas se tocam» — samantam —, como uma serpente constringindo seus anéis — bhogân samâhrtya, que significa também «reunindo suas deleições» — e como o Ano, que é «sem fim» porque suas pontas, Inverno e Primavera, estão unidas — samdhatah, Jaiminîya
Upanishad Brâhmana I.35.7 e seguintes