Vox populi, vox Dei — não porque a palavra seja do povo, mas porque é a “Palavra de Deus”, reconhecida na Escritura mas ignorada nos contos de fadas, que são chamados de “superstição” — precisamente no sentido primário da palavra, enquanto “tradição”, aquilo que foi transmitido.
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Strzygowski: “O campesino pode ser inconsciente e inteiramente desconhecedor, mas o de que é inconsciente e desconhecedor é em si mesmo incomensuravelmente superior à ciência empírica e à arte realista do homem educado, cuja ignorância real se demonstra pelo fato de que estuda e compara os dados do folclore e da mitologia, sem suspeitar mais de seu significado real do que o mais ignorante dos camponeses” — Journal of the Indian Society of Oriental Art, V.59
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Agostinho de Hipona, ao contrário da moderna apreciação da “Bíblia como literatura”: “Ó machado, fende a rocha!”
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Nos heroicos resgates de donzelas presas de dragões — ou nos desencantamentos de dragões por meio de um beijo, que é a mesma coisa — encontra-se toda a história do plano da redenção e de sua operação, pois as próprias almas sensoriais são o dragão do qual o Espírito é o salvador